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  • Major Model Brasil é eleita a melhor agência de modelos do país

    A Major Model Brasil, já conhecida por ser uma das melhores agências de modelos do país foi também a escolhida para receber a premiação de moda ARWUS, que consagra aqueles que mais se destacam no setor da moda nacional.

    A premiação ocorreu em uma cerimônia realizada em São Paulo e contou com a presença de diretores de desfiles, estilistas, celebridades, modelos, maquiadores, além de diretores de televisão e membros representantes do Governo Estadual.

    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais
    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais

    Fundada no início dos anos 2000 em São Paulo, a Major Model Brasil tem à sua frente o renomado booker Ney Alves, responsável por ter lançado e trabalhado na construção da carreira de nomes importantes da moda e da televisão, que vão desde celebridades à top models internacionalmente reconhecidos como: Fernanda Lima, Ana Hickmann, Paolla Oliveira, Reynaldo Gianecchini, Thayla Ayala, Izabel Goulart, Marcio Kiss, Bruno Santos, Raquel Zimmermann… Esta última chegou a ser considerada a modelo número 1 no ranking mundial das top models por 3 anos consecutivos.

    No portifólio da agência Major Brasil, constam trabalhos para marcas de mais alto prestígio e renome do cenário fashion, dentre elas estão as cobiçadas Emporio Armani, Calvin Klein, Balenciaga, Givenchy, Dolce & Gabanna, Prada, Gucci, Chanel, Versace. Apenas algumas das grifes para as quais modelos desta premiada agência tiveram a oportunidade de trabalhar.

    Segundo Ney Alves, o grande diferencial da agência Major Model Brasil é que “todos tem perfil para ser modelo, desde que sejam direcionados para o mercado certo. Se tiver altura para passarela serão trabalhadas no setor, caso contrário, iremos buscar o seu mercado ideal”, dando assim oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no mundo da moda ou da publicidade.

    O Prêmio Arwus, também elegeu  profissionais em outras categorias da moda e serviços à ela associados, por exemplo melhor maquiador, cabeleireiro, estilista, diretor de desfiles, produtor de casting, dentre outras categorias.

    Na categoria “Melhor Agência de Modelos”, a Major Model Brasil competiu com outras duas grandes agências, que apesar de atuarem no mundo da moda e da publicidade por mais de 10 anos,  não obtiveram o mesmo bom desempenho na gestão e desenvolvimento de carreira, principalmente de modelos iniciantes, ponto forte da Major.

     

    Fonte: G1 – Portal de Notícias da Globo

  • Instituições repudiam agressão à repórter Heloísa Vilella na Câmara

    Instituições repudiam agressão à repórter Heloísa Vilella na Câmara

    Jornalista foi interrompida e agredida por bolsonarista durante transmissão ao vivo

    A Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) manifestaram repúdio à agressão sofrida pela repórter Heloísa Vilella, do veículo ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, na manhã desta quinta-feira (30).

    Durante uma transmissão ao vivo, uma militante bolsonarista interrompeu a repórter, “desrespeitando não apenas a profissional, mas toda a imprensa livre”.

    O SJPDF e a FENAJ defenderam Heloísa Vilella: “Jornalista de trajetória exemplar: correspondente internacional por quase duas décadas nos Estados Unidos, cobrindo os atentados de 11 de setembro de 2001, o furacão Katrina, o terremoto do Haiti, eleições presidenciais americanas e, recentemente, o conflito na Cisjordânia.”

    “Sua competência e coragem sempre foram marcas de uma carreira dedicada à verdade.”

    Heloísa foi vítima de outros ataques anteriores, lembraram as instituições. Em 2022, em Nova York, foi hostilizada por um bolsonarista que gritou “Lixo! Lixo!” durante sua transmissão ao vivo da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Em 2024, foi alvo de campanha de ódio e misoginia orquestrada por aliados do bolsonarismo após defender a colega Juliana Dal Piva.

    “Repudiamos com força esse novo episódio de violência contra a imprensa. Exigimos das autoridades da Câmara dos Deputados e das forças de segurança a imediata identificação e responsabilização da agressora”, diz nota das instituições.

    As organizações sindicais se solidarizaram com a jornalista, colocando-se à disposição de Heloísa Vilella no que for necessário.

    “A liberdade de imprensa não se negocia – e jornalista agredida é democracia ferida”, destacaram o SJPDF e a FENAJ.

    Instituições repudiam agressão à repórter Heloísa Vilella na Câmara

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  • Robinho tem nova defesa, e advogado fala em mudança de estratégia

    Robinho tem nova defesa, e advogado fala em mudança de estratégia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ex-jogador Robinho, que cumpre no Brasil pena por estupro cometido na Itália em 2013, nomeou nesta quarta-feira (29) os advogados Anderson Luna, Mário Vale e Bruno Cândido para defendê-lo em recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF (Supremo Tribunal Federal). Luna e Vale são de São Paulo, e Cândido atua em Minas Gerais.

    A mudança impõe novos rumos à estratégia de defesa do ex-atleta, que também é representado pelo escritório de José Eduardo Rangel de Alckmin, primo do vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB).

    Robinho está preso no Brasil desde 2024, quando o STJ (Superior Tribunal de Justiça) homologou os efeitos da sentença italiana que o condenou a nove anos de prisão por participação em um estupro coletivo contra uma mulher albanesa em uma boate de Milão, em 2013.

    Ele estava com cinco amigos no local. Segundo a Justiça italiana, a vítima foi embriagada, levada ao camarim do estabelecimento e estuprada várias vezes. O ex-atacante nega o crime.

    A decisão se tornou definitiva na Itália em 2022. Como a Constituição brasileira não autoriza a extradição daqueles nascidos em território nacional, restou à Itália pedir o cumprimento da pena no Brasil. O ex-jogador está desde então em regime fechado.

    Para os novos advogados, há injustiças em relação ao cumprimento da pena porque, diferentemente do que ocorre no Brasil, não há uma definição que classifique o estupro na Itália como um crime hediondo -tipificação que impacta diretamente o regime de progressão penal.

    “A submissão a regime mais gravoso [de prisão] em território nacional suscita questionamentos quanto à eventual extrapolação dos limites da sentença estrangeira”, disse à Folha o advogado Anderson Luna. Para ele, a pena deve ser cumprida de forma “justa, proporcional e regular”.

    O regime de cumprimento da pena deve ser o principal ponto a ser atacado pelos novos advogados em recursos nos tribunais superiores.

    Robinho estava até o final do ano passado preso na penitenciária de Tremembé, famosa por abrigar condenados em casos de grande repercussão. Em novembro, foi transferido para o Centro de Ressocialização de Limeira, no interior de São Paulo.

    Pouco antes, em agosto, o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou um recurso que questionava o cumprimento da pena no Brasil.

    Robinho tem nova defesa, e advogado fala em mudança de estratégia

  • EUA tentam formar coalizão internacional para reabrir estreito de Hormuz

    EUA tentam formar coalizão internacional para reabrir estreito de Hormuz

    Governo Trump, porém, enfrenta dificuldades; aliados indicam que só participariam após fim das hostilidades. Canal permanece fechado há dois meses e bloqueia um quinto do petróleo mundial

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Após uma nova disparada dos preços do petróleo e o aumento do risco de interrupções prolongadas no fornecimento mundial da commodity, os Estados Unidos tentam novamente formar uma coalizão internacional com o objetivo de reabrir o estreito de Hormuz, uma das principais rotas de energia do mundo. A informação consta de um documento do Departamento de Estado obtido pela agência Reuters.

    Dois meses após o início da guerra contra o Irã, permanece fechado o estreito por onde passava um quinto do petróleo comercializado no mundo. O impacto nos mercados globais é significativo. Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, o preço do petróleo Brent, referência mundial, mais do que dobrou, fato que pressiona a inflação e aumenta os preços dos combustíveis em vários países do mundo.

    Nesse contexto, o presidente Donald Trump deverá receber relatório sobre possíveis novos ataques contra o Irã, no que seriam tentativas de pressionar o regime a adotar posição mais flexível nas negociações. O plano foi preparado pelo Comando Central dos EUA e prevê uma onda de ataques “curta e poderosa”, provavelmente incluindo alvos de infraestrutura, de acordo com o site Axios.

    Entre os planos em discussão está a possibilidade de as forças americanas assumirem o controle de parte do estreito de Hormuz para garantir a passagem de navios comerciais. Essa operação poderia envolver, inclusive, tropas terrestres. Paralelamente, o Departamento de Estado americano propõe a criação de uma coalizão chamada Construção da Liberdade Marítima voltada a assegurar a navegação na região e estabelecer uma nova arquitetura de segurança marítima no pós-conflito.

    Países como França e Reino Unido já discutiram a possibilidade de participar da iniciativa, mas indicaram que só estariam dispostos a atuar após o fim das hostilidades. A tarefa para o governo americano, aliás, não será fácil. Nos últimos dias, Trump vem criticando países aliados dos EUA devido à falta de apoio incisivo na guerra contra o Irã -Paris e Londres, por exemplo, manifestaram-se de forma contrária aos ataques americanos e descartaram operações para desbloquear o estreito durante a guerra.

    Os EUA não divulgaram detalhes da coalizão marítima. Segundo a agência AFP, porém, Trump planeja manter o bloqueio naval contra portos iranianos por vários meses para pressionar a economia de Teerã.

    E como tem sido praxe durante o conflito, o líder republicano voltou a provocar o regime do Irã. Nas redes, o líder republicano republicou uma imagem do Estreito de Ormuz renomeado para “Estreito de Trump”.

    Ao mesmo tempo, o regime iraniano alerta para uma possível “ação militar sem precedentes” caso o bloqueio americano a embarcações ligadas ao país continue. Na quarta-feira (29), com as tensões altas, o barril do Brent ultrapassou os US$ 112 e atingiu o maior valor em três semanas.

    Nos bastidores, ainda segundo a Reuters, o Paquistão tenta mediar uma saída negociada que evite nova escalada. Segundo uma autoridade paquistanesa mencionada pela agência, as partes continuam trocando mensagens sobre um possível acordo. O Irã propôs adiar as discussões sobre seu programa nuclear até o fim do conflito e a normalização da navegação. A proposta, entretanto, por ora é rejeitada por Trump, que insiste em tratar do enriquecimento do urânio iraniano desde o início das negociações.

    Teerã diz que busca o reconhecimento do direito de enriquecer urânio para fins civis e afirma que seu programa tem objetivos pacíficos. O país possui atualmente cerca de 440 km de urânio enriquecido a 60%, nível próximo ao necessário para armamento nuclear.

    Apesar de um cessar-fogo em vigor desde 8 de abril, o impasse continua. O Irã mantém o bloqueio do estreito em resposta a uma ação naval americana que restringe suas exportações de petróleo.

    E o custo da guerra também cresce. Segundo o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, os gastos militares dos EUA já somam US$ 25 bilhões (R$ 125 bilhões), o que representa 13% de quase tudo o que Washington destinou a Kiev desde o início da Guerra da Ucrânia, em fevereiro de 2022.

    Ainda nesta quarta, o regime do Irã disse que qualquer ataque dos EUA contra o país levará a “ataques longos e dolorosos” contra posições americanas na região. “Vimos o que aconteceu com suas bases regionais, veremos o mesmo acontecer com seus navios de guerra”, afirmou o comandante da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária, Majid Mousavi, segundo a agência Student News Network.

    Já o líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, escreveu em mensagem que os EUA sofreram uma derrota vergonhosa na guerra.

    EUA tentam formar coalizão internacional para reabrir estreito de Hormuz

  • Motta e Alcolumbre são vistos de forma negativa por mais de 80%, diz pesquisa

    Motta e Alcolumbre são vistos de forma negativa por mais de 80%, diz pesquisa

    Presidentes da Câmara e do Senado lideram rejeição entre líderes políticos, enquanto Lula, Bolsonaro e Michelle empatam em imagem positiva, conforme AtlasIntel/Bloomberg

    Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), aparecem como os líderes políticos mais mal-vistos entre eleitores em pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 30.

    Segundo o levantamento, 87% dos entrevistados disseram ter imagem negativa de Motta, e apenas 2% relataram imagem positiva – 12% afirmaram não saber. Alcolumbre é visto negativamente por 81%, enquanto 3% dos entrevistados dizem ter imagem favorável do senador e 17% não sabem.

    Além dos presidentes das Casas do Congresso, a AtlasIntel/Bloomberg sondou a imagem dos seguintes líderes políticos:

    • Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
    • Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL);
    • Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL);
    • Ex-ministro Fernando Haddad (PT);
    • Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG);
    • Ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo);
    • Vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB);
    • Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ);
    • Ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD);
    • Primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja;
    • Coordenador do MBL Renan Santos (Missão).

    A pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril de 2026, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

    Lula, Bolsonaro e Michelle tiveram os maiores porcentuais de avaliação positiva, marcando 45%. Os dois são vistos de forma negativa por 53%, e Michelle por 51%.

    Outros nomes com desempenho próximo incluem Haddad e Nikolas Ferreira, ambos com 44% de avaliação positiva. Em seguida, aparecem Romeu Zema e Geraldo Alckmin, com 43% cada.

    Os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado figuram com imagem positiva para 42% e 37% dos entrevistados, respectivamente.

    A primeira-dama Janja está em terceiro lugar entre os líderes vistos de forma negativa, com 59%. Outros 33% a veem de forma positiva e 8% que não sabem. Renan Filho tem imagem positiva para 17%, enquanto 38% dizem não saber opinar.

    Motta e Alcolumbre são vistos de forma negativa por mais de 80%, diz pesquisa

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  • Fiuk se irrita por música sobre depressão virar meme

    Fiuk se irrita por música sobre depressão virar meme

    Trecho da canção mostra cantor fumando no chuveiro. “Transformaram dor em deboche”, disse o artista

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O cantor Fiuk resolveu expor algumas de suas vulnerabilidades em formato de música, mas acabou sofrendo com deboche e sarcasmo nas redes sociais.

    Após lançar a canção “Depressão”, que aborda temas como a ansiedade e o abandono, ele usou seu perfil para dizer que se sentiu triste por ver que trechos da música viraram memes. Em um desses trechos, ele aparece fumando debaixo de um chuveiro.

    “Vocês ouviram uma frase e esqueceram de escutar a música inteira. Transformaram de uma maneira engraçada, dor em deboche, saudade em ofensa e, o mais louco, não estava falando só de mim”, afirmou.

    Segundo ele, que afirma já ter passado por transtornos de saúde mental, a música tem como intuito fazer refletir sobre quem sofre em silêncio. “Não, isso aqui não é um surto, isso aqui não é vitimismo e muito menos marketing, isso é só um cara cansado de ver gente machucada querendo machucar os outros de volta”, comentou.

    Na sequência, ele afirma que o lançamento não tem a pretensão de parecer perfeito, mas de mostrar o verdadeiro Fiuk.

    “Eu cantar uma música sobre família, sobre pai, sobre mãe, sobre precisar de conselho, entendo que é difícil. A internet virou um lugar estranho. As pessoas estão tão machucadas que elas começam a tentar culpar os outros pela própria ferida. A música não é um ataque, só um espelho.”

    Fiuk se irrita por música sobre depressão virar meme

  • Salário médio do trabalhador amplia recorde e chega a R$ 3.722

    Salário médio do trabalhador amplia recorde e chega a R$ 3.722

    O trimestre encerrado em março é o segundo consecutivo em que o salário médio supera a casa dos R$ 3,7 mil. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo IBGE

    O rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro alcançou R$ 3.722 no primeiro trimestre de 2026. Esse valor representa acréscimo real – já descontada a inflação – de 5,5% em relação ao registrado no mesmo período de 2025. É o maior registrado em toda série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

    O trimestre encerrado em março é o segundo consecutivo em que o salário médio supera a casa dos R$ 3,7 mil. No período de três meses terminado em fevereiro, o rendimento foi de R$ 3.702. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, quando o valor era de R$ 3.662, houve expansão de 1,6%.

    Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

    A pesquisa do IBGE coleta informações de dez grupos de atividades. Em oito deles, o rendimento médio ficou estável (sem variação significativa). Em dois, houve aumento médio de salários: no comércio, alta de 3% (mais R$ 86); na administração pública, 2,5% (mais R$ 127).

    CausasA coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, considera que parte desse rendimento recorde pode ser atribuída ao aumento do salário mínimo, no começo de janeiro, fixado em R$ 1.621.

    “Pode ter uma participação já dessa questão do reajuste do salário mínimo, que é uma recomposição e até ganhos reais [acima da inflação].”

    No entanto, a analista destaca outro fator: no primeiro trimestre de 2026 houve redução de 1 milhão de pessoas na quantidade de trabalhadores ocupados em comparação com o quarto trimestre de 2025.

    A diminuição do contingente foi mais concentrada em trabalhadores informais, que ganham menos.

    “Então, a média de rendimento dos que estão ocupados nesse primeiro trimestre de 2026, comparativamente, é maior que a média de rendimento do quarto trimestre”, completa.

    Rendimentos

    A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a massa de rendimento dos trabalhadores ficou em R$ 374,8 bilhões, também a maior já apurada na série histórica.

    Esse montante é o somatório dos salários de todos os trabalhadores, dinheiro que acaba sendo usado para consumo, pagamento de dívidas, investimentos e poupança.

    Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a massa salarial cresceu 7,1% acima da inflação. Isso representa, no total, R$ 24,8 bilhões a mais na mão dos trabalhadores no intervalo de um ano.

    Previdência

    O IBGE identificou que a parcela de pessoas contribuintes para fins de previdência no primeiro trimestre de 2026 ficou em 66,9% dos trabalhadores ocupados.

    Esse é a maior proporção já registrada pela pesquisa e representa 68.174 milhões de trabalhadores protegidos socialmente.

    Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.

    O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.

    De acordo com Adriana Beringuy, a explicação para o recorde de participação está na queda da informalidade. “Os informais contribuem menos para a previdência.”

    No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.

    No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.

    O IBGE esclarece que um trabalhador informal (por exemplo, um conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.

    Desemprego menor

    A Pnad é o principal retrato do emprego no país e apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

    No primeiro trimestre do ano, a taxa de desemprego ficou em 6,1%, a menor já registrada para o período.

    Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

    Salário médio do trabalhador amplia recorde e chega a R$ 3.722

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  • História saberá fazer justiça à trajetória de Jorge Messias, diz Gilmar Mendes

    História saberá fazer justiça à trajetória de Jorge Messias, diz Gilmar Mendes

    “Sempre afirmei publicamente que ele (Jorge Messias) reúne as credenciais exigidas para a magistratura, e mantenho essa posição”, afirmou Gilmar

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes exaltou o advogado-geral da União Jorge Messias, cuja indicação à Corte foi rejeitada pelo Senado na quarta-feira, 29. Em publicação nas redes sociais nesta quinta, 30, Gilmar ponderou que a decisão do Senado deve ser respeitada, mas classificou Messias como “um dos maiores juristas” do Brasil e disse que a “história saberá fazer justiça à sua trajetória”.

    “Trata-se de um dos maiores juristas da história recente do Brasil, cuja trajetória, marcada por dignidade, retidão e dedicação ao serviço público, fala por si. Sempre afirmei publicamente que ele reúne as credenciais exigidas para a magistratura, e mantenho essa posição”, afirmou Gilmar.

    O ministro também ressaltou que o indicado se submeteu ao escrutínio público por cinco meses “em meio a turbulências e, por vezes, a graves ataques à sua honra”.

    “Portou-se, em todos os momentos, com coragem, dignidade e humildade. A história saberá fazer justiça à sua trajetória, diante do seu compromisso com o Estado Democrático de Direito e dos relevantes serviços que já prestou às instituições. O Brasil ganha em tê-lo onde estiver”, concluiu Gilmar.

    História saberá fazer justiça à trajetória de Jorge Messias, diz Gilmar Mendes

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  • Prefeita pop de Gênova desponta como adversária de Meloni

    Prefeita pop de Gênova desponta como adversária de Meloni

    Ex-lançadora de martelo, Silvia Salis competiu nas Olimpíadas de Pequim-2008 e Londres-2012. Uma de suas primeiras medidas como prefeita foi emitir certidões de nascimento para crianças com duas mães

    MILÃO, ITÁLIA (CBS NEWS) – Ela é mãe, católica, loira, jovem e tem boa capacidade de comunicação com os eleitores. No passado, essas palavras foram usadas para descrever Giorgia Meloni em sua trajetória política. Agora, os mesmos termos têm sido associados a Silvia Salis, prefeita de Gênova. Mas as semelhanças entre ela e a primeira-ministra italiana param por aí.

    Eleita em maio de 2025 para administrar a importante cidade portuária do norte da Itália, Salis, 40, vem sendo chamada de “anti-Meloni”. Ela é de centro-esquerda e chegou ao cargo apoiada pelos principais partidos que fazem oposição ao governo.

    Sua figura ganhou projeção nacional depois que a conservadora Meloni, 49, perdeu o referendo constitucional do fim de março. A primeira-ministra se empenhou pessoalmente na campanha pelo “sim”, mas a reforma ligada ao sistema judiciário foi rejeitada por 53% dos eleitores.

    Desde então, os preparativos para as eleições legislativas de 2027 se intensificaram. Ajustes vêm sendo feitos internamente pelos partidos de direita que formam a coalizão no poder, e Meloni tenta manter seu Irmãos da Itália em primeiro lugar nas intenções de voto, como é hoje.

    Já a oposição viu no resultado do referendo um sinal de insatisfação popular contra o governo, uma oportunidade para derrotá-lo nas urnas. Entre as legendas de centro-esquerda, abriu-se um debate sobre como definir o candidato mais competitivo. Os holofotes encontraram Salis.

    No início de abril, seu nome ganhou ainda mais destaque depois de uma entrevista à Bloomberg, na qual disse que levaria em consideração um eventual convite para representar a oposição unida na disputa do ano que vem.

    Dias depois, publicou nas redes sociais fotos suas no palco de uma apresentação da DJ belga Charlotte de Witte em uma praça de Gênova. Em um mês, Salis ganhou mais de 200 mil seguidores no Instagram.

    Com 558 mil, ela tem mais seguidores do que os prefeitos de Roma, Milão e Nápoles juntos. Nesta semana, está na capa da edição italiana da revista Vanity Fair.

    Salis foi eleita prefeita de Gênova, onde nasceu, como outsider da política. Ela não é filiada a um partido, o que contribuiu para unir uma ampla coalizão em torno do seu nome. Filha de um ex-operário e uma ex-funcionária da prefeitura, é casada com um diretor de cinema e tem um filho pequeno.

    Sua carreira foi no esporte. Na adolescência começou a praticar atletismo e se especializou no lançamento de martelo. Ganhou medalhas nacionais, competiu fora da Itália e participou das Olimpíadas de Pequim-2008 e Londres-2012, sem bons resultados.

    Deixou as competições após uma lesão e passou a atuar como dirigente esportiva. Em 2016, foi eleita para um cargo na federação de atletismo e passou a fazer parte do Comitê Olímpico Nacional Italiano, do qual se tornou vice-presidente em 2021.

    Há dois anos, chamou a atenção fora do mundo esportivo ao ser convidada para um evento organizado pelo ex-premiê Matteo Renzi, famoso por seu bom faro político. “Sempre fui apaixonada por política, sou formada em ciência política. E rapidamente me senti confortável na política esportiva”, disse Salis no evento.

    Cerca de um ano depois, foi a mais votada em Gênova, com uma campanha centrada no combate à desigualdade e na atenção aos bairros periféricos.

    “Foi um percurso construído, não improvisado, aproveitando que as forças de centro-esquerda havia muito tempo que não conseguiam apresentar um rosto novo”, diz à Folha Mara Morini, professora de ciência política da Universidade de Gênova. “Ela chegou ao lugar certo na hora certa. É mulher, jovem, com grande capacidade oratória e carismática.”

    Uma das primeiras medidas como prefeita foi emitir certidões de nascimento para crianças com duas mães. Em 2023, o governo Meloni contestou o registro com genitores do mesmo sexo, forçando as famílias a uma batalha burocrática. Em 2025, a Justiça considerou o veto ilegítimo.

    Prestes a completar um ano na administração da cidade, Salis enfrenta dificuldades na reorganização financeira da empresa de transporte público, que fechou 2024 com € 280 milhões em dívidas.

    Analistas dizem que é cedo para avaliar seu desempenho. “Ela tem dossiês difíceis, e vamos ver como conseguirá resolvê-los. Disso vamos entender efetivamente a qualidade e a eficácia das suas políticas públicas”, diz Morini.

    Enquanto os partidos discutem quem vai enfrentar Meloni, pesquisas mostram que Elly Schlein, líder do Partido Democrático (PD), é a preferida dos eleitores de centro-esquerda. Segundo o instituto YouTrend, ela é apontada por 41%, ante 25% de Salis. Outro no páreo é o ex-premiê Giuseppe Conte (Movimento 5 Estrelas), com 26% das preferências.

    Diante de divisões no “campo largo”, como é chamada a possível união da oposição, resta saber se Salis vai encarar o desafio.

    “Vamos ver a capacidade de Salis de avaliar se é melhor continuar em Gênova para evitar ser queimada em nível nacional ou aproveitar a chance de se apresentar como alternativa ao governo Meloni”, diz a professora Morini.

    Prefeita pop de Gênova desponta como adversária de Meloni

  • Entenda rejeição de Messias para vaga no STF e o que acontece agora

    Entenda rejeição de Messias para vaga no STF e o que acontece agora

    AGU enfrentou oposição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e não conseguiu quantidade de votos necessária. Reação do presidente Lula (PT) à derrota histórica pode vir na próxima semana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A indicação de Lula (PT) para levar o advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal) foi rejeitada no Senado nesta quarta-feira (29), em episódio considerado uma derrota histórica do petista.

    A nomeação de Messias sofreu resistência do presidente da Casa, David Alcolumbre (União Brasil -AP), que tinha como preferido o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG).

    Depois de Alcolumbre conseguir o apoio da maioria dos senadores, o advogado-geral da União não conseguiu a quantidade necessária de votos, de ao menos 41, para virar ministro.

    Entenda por que a rejeição aconteceu e os próximos passos.

    POR QUE MESSIAS NÃO VIROU MINISTRO DO STF?

    Na existência de vaga na corte, que tem 11 ministros, a indicação cabe ao presidente da República. O nome escolhido é sabatinado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e, em seguida, precisa ser aprovado por maioria absoluta do plenário da Casa. Assim, é necessário obter ao menos 41 votos favoráveis entre os 81 senadores.

    Na quarta-feira (29), Messias discursou aos senadores e foi sabatinado. Ele foi aprovado pela CCJ, por 16 votos a 11, e seguiu para a decisão do plenário. Nesta segunda etapa, porém, Messias alcançou apenas 34 dos 41 votos necessários na votação secreta. Por isso, ele não vai ser conduzido à cadeira do STF.

    QUEM SERÁ INDICADO AGORA PARA A VAGA DO SUPREMO?

    Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, aliados do presidente Lula divergem sobre o que fazer com a vaga no STF. Uma ala defende deixar a cadeira vaga para evitar nova derrota em ano eleitoral e diante da falta de tempo para nova sabatina antes do recesso de julho. Já outro grupo sugere indicar um nome “irrecusável” -preferencialmente uma mulher negra.

    QUANDO SERÁ ANALISADO O NOME DO NOVO MINISTRO?

    Políticos da oposição afirmaram que Alcolumbre sinalizou que a escolha ficará por conta do presidente eleito em outubro. A oposição considera que o senador só vai ceder e permitir a indicação por Lula se o escolhido for o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG).

    QUAL SERÁ A REAÇÃO DO GOVERNO LULA À DERROTA NO CONGRESSO?

    Aliados do presidente apostam na exoneração de indicados de Alcolumbre, como os ministros Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Frederico Siqueira (Comunicações).

    Uma reação do presidente à derrota, entretanto, é esperada para a semana que vem, após o feriado do 1º de maio e a identificação dos responsáveis pela derrota.

    O QUE ACONTECE NO STF COM A VAGA EM ABERTO?

    O STF tem duas turmas de julgamento. Na que opera com quatro ministros desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, prevalece automaticamente a decisão mais favorável ao réu.

    No plenário, as regras variam conforme a natureza do processo. Em julgamentos que exijam maioria absoluta, a questão é considerada decidida de forma contrária ao pedido em caso de empate. Já nas ações que questionam a constitucionalidade de um ato, a lei exige ao menos seis votos no mesmo sentido para que se reconheça ou afaste a validade de uma norma, o que pode forçar a suspensão do julgamento até a chegada de um novo ministro.

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  • Novo sistema da Receita leva 257 mil declarações do Imposto de Renda à malha fina

    Novo sistema da Receita leva 257 mil declarações do Imposto de Renda à malha fina

    Divergência entre dados enviados por empresas e contribuintes em novo sistema da Receita tem sido problema. Contribuinte que está na malha por este motivo deve pedir correção dos dados a fontes pagadoras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O número de declarações do Imposto de Renda retidas na malha fina cresceu em 2026. O principal motivo é a mudança de sistemas para fontes pagadoras -como empresas, planos de saúde e outras- informarecem os dados à Receita Federal.

    Segundo o Fisco, até o último dia 23 foram entregues pouco mais de 15,1 milhões de declarações, das quais 1,05 milhão (6,96%) ficaram retidas na malha, percentual superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando era de 5,22%. Desse total, 257,8 mil declarações estão retidas por causa de inconsistências geradas pelo novo modelo de cruzamento de dados.

    A mudança ocorre após o fim da Dirf (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte), substituída por dois sistemas, o eSocial e a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais), que passaram a fornecer dados mais detalhados e mensais sobre rendimentos, pagamentos efetuados e IR descontado.

    “A Receita Federal identificou, neste ano, um aumento pontual no número de declarações do Imposto de Renda retidas em malha fiscal, especialmente entre trabalhadores assalariados”, diz o fisco.

    Segundo José Carlos Fonseca, supervisor nacional do Imposto de Renda, a mudança deveria ter ocorrido desde 2024, mas foi adiada por dois anos seguidos. Um deles porque os sistemas ainda não estavam adaptados e no outro, porque algumas empresas ainda não haviam se adaptado.

    A alteração, neste ano, ocorre a pedido, segundo ele. “Muita gente reclamava que já envia os dados pelo eSocial e tinha de fazer a Dirf, então neste ano, fizemos a mudança”, diz.

    A nova estrutura, no entanto, expôs erros no envio e na classificação de informações por parte das fontes pagadoras, especialmente pequenas e médias empresas ainda em adaptação ao sistema, diz a Receita, o que seria algo normal, está em monitoramento e em fase de tirar dúvidas das companhias.

    No início do prazo de entrega, 19,3% das declarações haviam caído na malha fina, cerca de dois em cada dez contribuintes. Esse índice recuou para 10,6% após a Receita identificar a origem do problema, concentrada principalmente em dados incorretos na declaração pré-preenchida.

    Entre os erros mais frequentes estão classificações erradas de rendimentos como salário, 13º e férias, códigos incorretos referentes aos dados da folha de pagamento, valores informados em duplicidade e divergências envolvendo rendimentos isentos ou despesas médicas, como planos de saúde declarados duas vezes.

    Esses problemas decorrem, em grande parte, de falhas técnicas na parametrização das chamadas “rubricas” salariais no eSocial, o que afeta o enquadramento correto do que é tributável e do que é isento.

    Em nota, a Receita diz que “esses erros são esperados quando ocorre a transição de um sistema para outro”, e orienta o contribuinte a seguir o informe de rendimentos enviado a ele pelo empregador, e não confirmar sem checar dados que estejam na declaração pré-preenchida.

    O fisco diz ter verificado que as empresas estão se adequando à nova metodologia e enviando retificações de suas informações. “Estas retificações são processadas em um prazo de sete dias, e o efeito delas é retirar as declarações dos contribuintes que haviam caído na malha fiscal por estas divergências”, afirma, lembrando que, na maioria dos casos, o contribuinte é retirado da malha fina automaticamente.

    “É importante esclarecer que a malha fiscal não é punição, mas uma etapa normal de conferência. Todos os anos, milhões de declarações passam por esse processo, especialmente no início da campanha, quando informações ainda estão sendo ajustadas, confirmadas ou retificadas por contribuintes e fontes pagadoras. Historicamente, cerca de 80% das declarações retidas inicialmente são liberadas automaticamente até o final do ano, após a correção das informações”, diz a nota.

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